- Manter o contato visual com as pessoas e observar o comportamento e as reações delas;
- Demonstrar segurança no que está falando;
- Ser conciso, cuidando para não se perder em longas explicações;
- Enfatizar com gestos, mas sem exagerar nos movimentos;
- Utilizar entonações, pausas e volume da voz para destacar os ganchos e os pensamentos principais;
- Sofisticar os recursos audiovisuais: slides e/ou transparências com gráficos, figuras, imagens, frases de efeito;
- Se o assunto for muito técnico, fazer comparações com situações do cotidiano e utilizar exemplos práticos;
- Falar com a plateia e não para a plateia, interagindo com as pessoas;
- para manter o interesse do público, apresente argumentos interessantes, motivadores e seja criativo.
Nos tempos de hoje sobrevive quem melhor se adapta ao meio em que interage. É uma seleção natural do mercado. Mudar, portanto, é preciso. Romper com os paradigmas do passado é sempre a melhor opção. Neste espaço destacamos o que garimpamos pela grande rede, em jornais, revistas e experiências profissionais. É um desfile de grandes pensadores sobre os mais variados temas relacionados à carreira e sucesso. Sejam todos bem vindos!
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quarta-feira, 30 de março de 2011
A arte de preparar apresentações no trabalho
quarta-feira, 16 de março de 2011
Trabalhar com meu chefe é um pesadelo
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
E agora, José: mudar pelo dinheiro ou ficar pela carreira?
A festa de formatura acabou, as luzes se apagaram. Colegas, professores, amigos, familiares, todos foram embora. Sobrou a noite fria da solidão do seu quarto, um canudo universitário na sua mão e pensamentos que lembram Drummond, na sua sábia pergunta "E agora, José? E agora, você?"
A vida de estudante, com alegrias e sacrifícios, ficou para trás. O futuro profissional lhe pertence tanto para as necessidades de sobrevivência quanto para a realização pessoal. José se lembra das conversas que teve com os seus professores e colegas de classe. Em resumo, eles diziam: tudo começa com um bom estágio.
A maioria das empresas sólidas que se preocupam com o desenvolvimento profissional contrata vários estagiários e seleciona os melhores para trainees. Outras, também sólidas, são mais rigorosas no processo seletivo e recrutam estagiários para serem depois efetivados como trainees. Neste caso, a regra é manter o estagiário. Essas companhias entendem que seria uma grande perda não continuar com ele depois de formado, em função do grande investimento efetuado no treinamento em sala de aula e treinamento no trabalho.
A pergunta "E agora, José?" tem pelo menos um princípio de resposta. Seu estágio terminou, você teve ótimas oportunidades de aprendizagem e, verdade seja dita, soube aproveitá-las. E mais, foi convidado para ser efetivado e participar do programa de trainee da Empresa "Alfa". O salário é apenas razoável. Surge o dilema: aceitar ou procurar uma oportunidade salarial melhor no mercado de trabalho?
Novamente José resgatou conversas e experiências de colegas da faculdade. Pensou no Antonio, veterano do mesmo curso e formado há dois anos. Naquela mesma época ele estava muito feliz, pois, além da formatura, tinha conseguido um emprego com um ótimo salário. Meses atrás, no entanto, José o encontrou triste e cabisbaixo. Mesmo com ótimo salário, Antonio, desmotivado confidenciou ao amigo: "Salário não é tudo, pois a empresa não investia em treinamento e desenvolvimento profissional. Pior, não havia perspectiva de crescimento".
| O que você quer para seu futuro? (Foto: montagem) |
Antonio se sentia estagnado. Era como se batesse a cabeça no teto, não havia para onde ir, sobrava a rotina do dia a dia, sempre realizando as mesmas atividades. Não havia na empresa uma política de movimentação horizontal (rodízio de cargos no mesmo nível hierárquico) e eram raríssimas as movimentações verticais (promoções).
O sofrimento do amigo acendeu um alerta. Tomar uma decisão, apenas focando o salário, representa uma visão de curto prazo. A decisão deve estar centrada em uma abordagem estratégica, levantando a pergunta "onde eu quero chegar profissionalmente daqui a cinco anos?". A partir destas reflexões, José resolveu conversar com o gestor dos estagiários e pedir esclarecimentos necessários para uma tomada de decisão eficaz.
O gestor explicou que, além do salário razoável, a empresa oferecia um plano de carreira, sintetizado nas seguintes etapas de ascensão: estagiário, trainee, assistente, sênior, coordenador, gerente. Explicou que, conforme o planejamento de carreira do colaborador, estabelecido consensualmente com a hierarquia da empresa, poderia haver movimentações horizontais. Apresentou também o tempo médio estimado que os colaboradores ficavam em cada um dos cargos, sempre levando em consideração o desempenho profissional esperado.
Disse mais: que o colaborador poderia chegar à alta hierarquia da empresa no cargo de diretor ou até mesmo de sócio, sempre em função do desempenho e resultados alcançados. José aceitou o convite, pois o conjunto da obra apresentava um bom equilíbrio entre carreira e salário, evidenciando que o momento era de investimento na carreira profissional.
Nelson Moschetti - é consultor de Recursos Humanos da Crowe Horwath RCS.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Volta às aulas
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Escassez de talentos é problema de empresas de todo o mundo
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Softwares Interessantes
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Os desafios das escolhas profissionais

O processo de desenvolvimento pessoal cria a consciência, capacita a escolha e produz a mudança, gerando resultados positivos para o indivíduo, e, consequentemente, no ambiente profissional.
Por Ana Flávia Fernandes Ferreira, www.administradores.com.br
Escolhas sempre farão parte da nossa vida e é próprio do desenvolvimento do ser humano. O quê, por que, quando e onde são perguntas frequentes que nos despertam a escolher nosso percurso de vida, o que certamente está atrelado à profissão desejada. Este processo de alternativas solicita um projeto de vida bem elaborado para exercitar, não só o conhecimento de si mesmo, mas também conhecer o mundo profissional.
Muitas pessoas dizem que trabalham pela remuneração proporcionada, no entanto, sentem-se infelizes na atividade profissional desempenhada. Assim como as roupas, há profissões que também entram na moda e todo cuidado é pouco ao se interessar por uma delas.
O trabalho é um importante mediador entre o mundo subjetivo, aquele idealizado por cada um de nós e o mundo objetivo, a realidade compartilhada. No entanto, nas relações de trabalho dentro do modo capitalista há uma forte possibilidade de alienação neste vínculo estabelecido, fazendo com que a pessoa perca sua própria identidade, estagnando seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Essa perda de identificação pela atividade exercida provoca sérias consequências para o trabalhador, como por exemplo, o afastamento do trabalho por problemas psicológicos e/ou psicossomáticos. Diante desta situação, muitos estudos são desenvolvidos para estabelecer relações entre o trabalho e a saúde mental.
A partir de estudos realizados com a possibilidade revolucionária do teatro, surge o psicodrama como ferramenta facilitadora para transformar esta realidade, contribuindo com a construção de um projeto de vida inovador e criativo. Com esta metodologia, o psicólogo auxilia a pessoa na experiência de vivenciar o seu próprio papel, além do papel do outro e de observador, no resgate de sensações, percepções e pensamentos que facilitam a busca de soluções e respostas criativas daquilo que é revelado.
O processo de desenvolvimento pessoal cria a consciência, capacita a escolha e produz a mudança, gerando resultados positivos para o indivíduo, e, consequentemente, no ambiente profissional. Este aprimoramento pode ser feito em terapia, na orientação profissional e também no desenvolvimento de treinamentos empresariais.
Assumir o papel principal e optar pela escolha de ser o protagonista de sua história, na qual apenas você será o responsável pelas transformações possíveis de acontecer, além de encarar os desafios que esta escolha acarretará, fará o profissional – ou mesmo a pessoa despreparada, até então – amadurecer-se e ficar disposta a desbravar os difíceis obstáculos que qualquer profissão, seja ela de qualquer área, trará para a sua vida.
Ana Flávia Fernandes Ferreira - psicóloga, psicoterapeuta e consultora organizacional com especialização em Psicodrama pela PUC/SP.
